O caminho na busca do curso ideal pode ser cheio de mudanças de percurso, não é mesmo? A minha experiência me mostrou isso ao longo dos anos, em que tive que alterar a direção algumas vezes para escolher a faculdade de Letras.

Como tudo começou

Comecei a primeira faculdade aos 18 anos. O curso escolhido foi o de Engenharia Civil, abandonado depois de um ano e meio de estudo. Mesmo sendo bolsista integral, resolvi interrompê-lo porque foi uma escolha baseada na pressão colocada por minha família.

Tomei coragem e segui para o curso de Arquitetura. Depois de um tempo, também percebi que não tinha a ver comigo, apesar de eu possuir algumas habilidades artísticas.

Depois disso, desanimei de estudar. Repensei muita coisa e pude notar que esse tempo me deu ânimo e autoconhecimento para escolher o curso que eu realmente levaria para a vida.

A escolha certa

Hoje, com 25 anos, estou no terceiro semestre de Letras. Desde o primeiro dia de aula eu me sinto acolhida pela licenciatura e entendo que, se tivesse iniciado aos 18 anos, não daria o valor devido ao curso.

Registro da autora do texto com amigos

Sou grata pelas professoras que conheci e por cada oportunidade que o curso tem me proporcionado.

Quais são as expectativas

Faculdade Sumaré, onde estou agora, é facilitadora dos meus estudos. Mesmo com as várias mudanças que enfrentei nos últimos tempos, inclusive com o fato de ser mãe em breve, nunca pensei em interromper o curso. O horário diferenciado que a faculdade oferece me permite cumprir as tarefas da maternidade sem a culpa de deixar meu filho em casa para estudar, afinal, são dois dias por semana de aula.

O meu desejo é continuar a graduação e participar do projeto de iniciação científica com algumas colegas do curso. O objetivo é concluir essa formação em 2019, junto com a turma que comecei os estudos. Se não for na modalidade presencial, o curso a distância pode me ajudar. Desistir está fora de cogitação!

E você? Já desistiu de algum curso e se sente realizado com alguma outra graduação? Conte para a gente nos comentários!

por: Thais Liduvino